segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Jogo aplicado pelo grupo 3
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Jogo aplicado pelo grupo 2
Minha análise
Com os olhos vendados tive que confiar na minha supervisora para realizar bem a tarefa. Como fui a ultima operária, observei os erros comuns de meus colegas e procurei não comete-los.
A minha operaria estava calma e obedecia às minhas ordens de forma correta. Percebi que somente com tranqüilidade a torre seria bem montada e por isso incentivei minha operaria a respirar e descansar quando necessário.
Como observadora pude perceber quais são as principais dificuldades do processo, mesmo tendo o ponto de vista completamente distinto do operário e do supervisor. Ficou nítido que a cada construção de torre as técnicas iam se aprimorando, pois tentávamos aprender com os erros dos colegas.
Observa-se alguma relação entre a forma de liderança e os resultados alcançados?
Sim, o operário depende incondicionalmente do supervisor para realizar a construção da torre. Então, não só meu grupo mas a sala inteira, pode observar que quando o supervisor sabia transmitir para o colega as coordenadas de uma forma mais clara e paciente, como um bom lider, o resultado era mais satisfatório.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Palestra Fernanda Teles
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Jogo aplicado pelo grupo 1
Realizado pelo grupo composto por: Flavio Bicalho, Luciana Bastos, Thaís Cristina, Emanuella
Realizaram uma atividade focada nas fases do aprendizado vivencial da seguinte maneira
Fase 1 - Vivência : Dinâmica da corrente humana
1 - Todos os colegas deram as mãos formando um grande circulo
2 - O circulo foi desfeito e os participantes começam a circular pela sala
3- O facilitador solicita que todos fiquem parados onde estão.
4 - Sem se mover, o circulo deverá voltar ao seu formato originalFase 2 - Relato: Colcha de retalhos
Após a vivência do jogo, o facilitador passou para fase do relato. Nesse momento, ele ofereceu ao grupo pequenos cartões coloridos onde cada um iria descrever com apenas uma palavra o que sentiu durante a realização do jogo.
Senhor,Fase 3 - Processamento:
Outro dia, fiz uma colcha de retalhos.
Ao pegar cada pedaço, recordava-me de pessoas, acontecimentos...
Como se cada um tivesse sua história para contar.
Fui costurar. Cores que à primeira vista não combinavam padrões e desenhos totalmente diferentes, tudo se juntou.
A colcha ficou pronta. E como ficou bonita!
E fico pensando:
Tu criaste todos os seres diferentes. Ninguém é igual ao outro. Nada de repetição, de monotonia. E não são diferentes só fisicamente. Todos pensam diferente, sentem diferente, agem diferente. Um completa o outro. Um apóia o outro.
Que maravilha é uma "colcha" de tantos seres diferentes, formando a humanidade.
Por que quero que todos sejam iguais, pense igual, sintam igual?
Eu sou um pedacinho no grande conjunto. Embelezo sua criação de um deter-minado modo. Outros realçam outras cores, outros padrões.
Importante é querer ser "costurado" aos outros retalhos e não ficar isolado.
Todos unidos à procura da união e da fraternidade, cada um do seu modo, formam a grande colcha da unidade na diversidade.
Obrigado, Senhor!
Inês Broshuis
Na fase do processamento os participantes tiveram a oportunidade de analisar o ocorrido durante o jogo. A atividade utilizada foi promover uma discussão entre os participantes.
Fase 4 - Generalização:
Na fase da generalização, ficou claro que o fator contribuinte para realização da dinâmica foi o entrosamento do grupo. Fazendo uma comparação com o ambiente empresarial, fica evidente a importância do trabalho de um grupo entrosado.
Fase 5 - Aplicação:
sabendo que o entrosamento do grupo foi o principal quesito para a realização da dinâmica. O grupo fez com que cada participante desse de "presente" uma bala e uma bela mensagem para o companheiro que estava no seu lado direito, acabando assim o jogo.
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| Dinâmica grupo 1 |
Meu relato:
Mesmo não sendo uma atividade competitiva, tal dinâmica teve que contar com um bom " trabalho em equipe". O grupo soube diferenciar as 5 fases do Ciclo de aprendizagem vivêncial, tornando a atividade bastante didática.
Parabéns ao grupo
sábado, 2 de outubro de 2010
Post OFF - Por ai na net ...
E A GERÊNCIA DE R.H?
Até bem pouco tempo, sempre que fazíamos referência aos empregados, o que passava pela nossa cabeça, era o famigerado Departamento de Pessoal, aquele cujas as maiores preocupações eram (folha de pagamento, freqüência, controle de atestados médicos, licenças, férias, etc), geralmente conduzido por chefia autocrática, com total desconhecimento do negócio da empresa, centrado nas atividades aos invés dos resultados, e que adoravam manipular regimento interno e criarem normas. Penalizar e advertir era o máximo, que poder! A remuneração então, criavam-se fórmulas e planos de carreiras mirabolantes, que não agregavam valor e nem motivavam os empregados, sua maior defesa era a antigüidade. Um outro fator preponderante nesta época, é que os profissionais de administração dificilmente buscavam colocação nesta área, preferiam as de finanças e marketing, pois as consideravam mais nobres e com os melhores salários.
E hoje? Bem! Os tempos mudaram, e o maior desafio não é o questionamento se uma empresa necessita de uma Gerência de Recursos Humanos de alto nível, o que importa é como implantá-la. Dentro desse contexto, os colaboradores estão sendo convocados a participarem do processo decisório, com contribuições pessoais que terão parte ativa na execução do plano. Os especialistas em recursos humanos passam a atuar como consultores de política de recursos humanos. Toda essa mudança é conseqüência de uma economia volátil, com novidades e desafios a todo instante, e que sem uma Gerência de Recursos Humanos ativa, que esteja sintonizada com os negócios, e as novas demandas, as complicações serão irreparáveis.
Imaginem o mercado de trabalho atual, onde as competências que antigamente eram diferenciais e agora passaram a ser pré-requisitos! Parece loucura mais é verdade, a obsolescência do conhecimento chega a ser assustadora e avassaladora.
Neste cenário, a Gerência de Recursos Humanos de hoje, é o pilar das empresas, e seus gestores reconhecidamente mais qualificados (com competências multifuncionais e experiências mas diversificadas), orientados para o negócio e resultados, e com salários compatíveis, exercem papel fundamental nas estratégias corporativas, com flexibilidade e autonomia para adotarem as melhores práticas e políticas de recursos humanos, e em nada se compara à era do Departamento de Pessoal antigo, onde a regra era não abalar o sistema estabelecido.
O verdadeiro papel do RH nestes tempos de turbulência, além de saber lidar com pessoas, saber ouvir, liderar, ter boa comunicação e facilidade para trabalhar em equipe, passa a ser de preparem os colaboradores para essas constantes mudanças, com planos ousados que permitam que suas mentes evoluam, que se interessem pela busca até por conta própria de sua formação. Já não cabe mais o equívoco de treinarem alguns "premiados" sob critérios as vezes discutíveis e com investimentos vultuosos. A história mostra que as organizações que estão fazendo a diferença, e alcançando os melhores resultados, são justamente as que implementaram planos e políticas de gestão de competência, cuja capacitação dos seus colaboradores atinge todo o quadro funcional. Está se consolidando a previsão do dinamarquês Claus Möller, que comentou "futuramente as empresas competirão entre si não apenas pelos cliente, mas também por recursos humanos".
Toda essa mudança está sendo benéfica, principalmente para os profissionais mais qualificados que buscam atualização constante, e que sempre agregaram valor ao negócio das empresas. Hoje eles comandam tanto, que estão exigindo dos gestores de recursos humanos, que estejam atualizados com as políticas de seus concorrentes, a fim de poderem antecipar iniciativas no mercado.
Aos que ainda cultuam o velho Departamento de Pessoal, cabe o alerta de Peter Schwartz, que diz com muita propriedade "Eu sei que não vou adivinhar o futuro; aliás, sei que vou errar sobre o futuro; o que eu não quero é ser eliminado pelo futuro".
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
ANJO DA GUARDA

A fotinha do anjinho não está ai apenas para deixar o blog "bonitinho"
Anjo da guarda
Objetivo: Integração, sociabilização, relacionamento interpessoal, empatia, comunicação, descontração.
1 - O Facilitador escreve os nomes dos participantes em uma filipeta e os deposita numa caixa.
2 - Cada participante sorteia um papel (como em um amigo secreto).
3 - Orientar o grupo que ninguém poderá retirar seu próprio nome. Se isso acontecer, refazer o sorteio.
4 - Cada participante será o anjo daquele que sorteou e, portanto, também terá seu anjo.
5 - Os nomes não devem ser revelados até o término do jogo.
6 - O papel de cada anjo é de aproximar-se, dar atenção e integrar-se com a pessoa sorteada, de forma sutil, sem que esta perceba imediatamente quem é seu anjo.
7 - No final do semestre os anjos serão revelados sob a forma de uma amigo oculto
domingo, 26 de setembro de 2010
Post OFF - Por ai na net...
EXISTE UM PAÍS CHAMADO RH...
Nele 'mora' um povo especial: legisladores, educadores, técnicos, gente que cuida do pessoal.
Gente que recruta, seleciona e contrata, também paga, desconta e aposenta.
Gente que apesar de tanta função, prática e burocrática, sonha e procura conectar a alma das pessoas, 'reinventar' a motivação, resgatar o brilho no olhar, gente que acredita no ser humano e garimpam talentos.
Seu grande desafio é fazer o concreto e sonhar com o abstrato, receber na chegada e desligar na saída, satisfazer o empregado e o patrão, 'um olho na missa e outro no padre', tempo para educar e tempo para punir. Plural e Singular.
A sina do RH é atuar na contradição, 'ser empregado esquecendo que é, ser patrão lembrando que não é'.
Chamam este País e seu povo de Recursos Humanos, alguns dizem que chamar o homem de 'recurso' não pega bem, inventaram Departamento de Gente, Setor de Pessoas, Gestão de Pessoas, nomenclaturas onde o que conta são as posturas.
Polêmicas e contradições à parte, eu sei que para ser RH é preciso vocação, trabalhar como missão, exercer o ofício com sensibilidade e razão. Ter nervos de aço, ser régua e ser compasso.
Autor desconhecido.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
O jogo e o lúdico - parte dois
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O jogo e o lúdico
- Roteiros de discussão - onde se elabora os roteiros de acordo com o tema central do jogo
- Painel livre - grupo estabelece as normas de participação
- Discussão em subgrupos e relato em painel conclusivo
- Questionários individuais - sevem para auto-avaliação
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Post OFF - JUEMG 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Atividade em sala - reconhecimento do grupo
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A influência do grupo
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Acordos
- Resolver os problemas abordados em sala no mesmo dia
- Aprendizado e disciplina
- Discrição
- Transparência
- Abertura
- Respeito
- Envolvimento
- Empatia
- Sinceridade
- Seriedade
- Paciência
- Tolerância
- Ponderação
- Responsabilidade
- Humildade
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Os escravos de Jó

Voltamos a ser crianças !
- Euforia
- Ansiedade
- Concentração

