segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Jogo aplicado pelo grupo 3


Nome: Fábrica de Pipas – Voar é Preciso
Família: Motivacional
Objetivo: Observação de Comportamentos: planejamento, cooperação , colaboração, liderança.
Mínimo de Participantes: 8
Máximo de Participantes: 10
Duração: 01h30 min
Material Necessário: Varetas de qualquer tipo, sendo: – 1 de 51cm de comprimento e 2mm de espessura. – 2 de 32cm de comprimento e 2mm de espessura. * Tesoura * Papel de seda * Cola branca * Linha 10 Corrente
Procedimento: 
Parte I Um pouco da história das Pipas … A história das pipas é recheada de mistérios, de lendas, símbolos e mitos, mas principalmente de muita magia, beleza e encantamento. Tudo deve ter começado quando o homem primitivo se deu conta de sua limitação diante da capacidade de voar dos pássaros. Essa frustração foi uma motivação para que ele desse asas a sua imaginação. O primeiro vôo do homem está registrado na mitologia grega e conta que Ícaro e seu pai, Dédalo, aprisionados no labirinto de Creta pelo rei Minos, tentaram alcançar a liberdade voando. Construíram asas com cera e penas e conseguiram escapar. Apesar das recomendações do pai, apaixonado pela possibilidade de dominar os ventos, Ícaro negligenciou a prudência e chegou muito perto do Sol, que derreteu a cera das asas e precipitou-o ao mar matando-o. De qualquer forma o homem não parou por aí. Mesmo levando em conta o estranho acidente da lenda de Ícaro, ele continuou a ousar, desafiando a natureza com sua imaginação. As pipas nascem desta tentativa frustrada de voar, quando o homem transferiu para um artefato de varetas, papel, cola e linha sua vontade intrínseca de planar, de alçar vôo de terra firme.
Parte II Nossa empresa Empresa Pipas Promoções e Eventos Ltda., é composta por uma equipe especializada em lazer, cultura, esporte e promoção, realizando eventos especializados em pipas e outros objetos voadores como aviões em dobradura e bumerangues de papel, ao ar livre e recintos fechados, por todo o Brasil e exterior. Esses eventos incluem: Fantásticas exposições de pipas artísticas e oficinas de confecção de pipas para crianças e adultos, acompanhada por monitores especializados na arte de ensinar e educar, no caso todos aprendem a arte de criar, manusear e fazer seu próprio brinquedo, que podem inclusive serem personalizados com sua logomarca ou de algum patrocinador. As exposições são excelentes atrativos para o seu empreendimento.
A quem se destina:
• Shopping Center’s
• Congressos
• Feiras
• Hotéis
• Concessionárias de automóveis
 • Comemorações públicas
• Centros culturais
• Empresas…
Muitos se acham capacitados a fazer eventos e oficinas de pipas, porém com capacidade, Know-how, sabedoria na arte de criar e educar sem copiar… Hoje nossos parceiros fornecedores não estão nos atendendo, com a qualidade / preços e prazos devidos e, por esta razão estamos abrindo uma concorrência para novos parceiros. Precisamos de parceiros dispostos a inovar e, que tragam possibilidades que venham agregar ao nosso negócio.
Parte III Para fazer parte dos nossos parceiros fornecedores, uma tarefa:
MONTE SUA PIPA -Pipa de Combate ou Maranhão- Materiais:
·        Varetas de qualquer tipo, sendo: – 1 de 51cm de comprimento e 2mm de espessura. – 2 de 32cm de comprimento e 2mm de espessura.
·        * Tesoura
·        * Papel de seda
·        * Cola branca
·         * Linha 10 Corrente Projeto da Pipa: A rabiola de uma pipa, “ideal” seia de tiras de papel , com 30cm de comprimento por 1cm de largura, colocadas em uma linha com 1 metro e meio de extensão. Procedimento: Envergar a vareta superior de 32cm.
·        01 – Amarre as varetas menores na maior…
·        02 – Passe a linha em todas as pontas da armação.
·        03 – Cole a armação sobre o papel, mas deixe uma extremidade de fora, a menor.
·        04 – Corte o papel um pouco maior que a armação, essa margem servirá para a colagem.
·        05 – Em cada extremidade dê dois cortes e pode preparar a cola, logo será usada.
·        06 – Todas as extremidades foram cortadas?Agora é só começar a colar sem se lambuzar.
·        07 – Antes de colar, porém, dobre as margens e veja se está bem ajustada a linha, o dente do papel pode ficar solto ou colado.
·        08 – Passe a cola sobre a margem e vire-a para dentro, aderindo bem.
·        09 – Envergue a 1° das varetas e dê uma volta com a linha superior sobre a extremidade da vareta.
·        10 – Em seguida é só colocar o estirante (cabestro) e a rabiola.

Parte lV Dados da empresa de Fornecedora
·        1. Criar um nome para a empresa
·        2. Criar um slogan para a empresa
·        3. Elaborar um texto para apresentar ao cliente da empresa
·        4. Estabelecer um preço para a venda por unidade
·        5. Estabelecer uma forma de controle de Qualidade
·         
Parte V Fechamento Avaliação O facilitador fará uma apresentação, lendo o histrórico do trabalho. Dividirá em dois grupos. Cada sudgrupo será uma empresa. Cada grupo terá o mesmo tempo 01 h para desenvolver toda tarefa. Ao final eles de acordo com a organização de cada grupo apresentarão os produtos para o Coordenador da Dinâmica e,ele mais os observadores farão o julgamento da melhor e adequada empresa.
Após tudo isso verificar o sentimento de cada um dentro do grupo.
Perguntas prováveis:
·        Como se sentiram?
·        Qual a expectativa do participante dentro do grupo?
·        Qual a contribuição do mesmo dentro do grupo? Como foram distribuídas as tarefas?

Nota:
Infelizmente, não pude participar dessa dinâmica. No entanto, julguei necessário postar como a mesma foi feita. 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Jogo aplicado pelo grupo 2


Construção de torres
Introdução
O jogo Construção de torres chama a atenção para o aspecto da Objetivo
Demonstrar a influência do tipo de liderança na produtividade e satisfação do trabalho
em grupo.
Número Mínimo de Participantes 4
Número Máximo de Participantes 0
Material para Aplicação: Palitos de fósforos e venda para os olhos.

O Jogo
Procedimento: Somos construtores de torres. Nossa missão é construir torres.
Torres de qualidade, quanto mais altas, melhor.
1 - Formam-se grupos de 4 pessoas.
Cada grupo se compõe de um operário, um
supervisor e dois observadores. A tarefa consiste em o operário, com os olhos vendados e sob
a orientação do supervisor, montar a torre, feita de palitos de fósforos colocados em paralelos,
formando um quadrado, dois sobre dois. Os observadores estarão tomando nota do que forem
observando, tanto na relação entre operário e o supervisor, quanto nos resultados atingidos.
2 - Cada dupla tem 3 minutos para construir sua torre. Em seguida. Trocam-se os
papéis. Num segundo momento os observadores passam a viver a experiência de operário e
supervisor, com os outros dois colegas como observadores.


Minha análise

Como me senti enquanto era operária? 
Com os olhos vendados tive que confiar na minha supervisora para realizar bem a tarefa. Como fui a ultima operária, observei os erros comuns de meus colegas e procurei não comete-los.
E como me senti como supervisora?
A minha operaria estava calma e obedecia às minhas ordens de forma correta. Percebi que somente com tranqüilidade a torre seria bem montada e por isso incentivei minha operaria a respirar e descansar quando necessário. 
Quando observadoras, como percebi o andamento do processo? 
Como observadora pude perceber quais são as principais dificuldades do processo, mesmo tendo o ponto de vista completamente distinto do operário e do supervisor. Ficou nítido que a cada construção de torre as técnicas iam se aprimorando, pois tentávamos aprender com os erros dos colegas.
Observa-se alguma relação entre a forma de liderança e os resultados alcançados?
Sim, o operário depende incondicionalmente do supervisor para realizar a construção da torre. Então, não só meu grupo mas a sala inteira, pode observar que quando o supervisor sabia transmitir para o colega as coordenadas de uma forma mais clara e paciente, como um bom lider, o resultado era mais satisfatório.




sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Palestra Fernanda Teles

Relatório: Palestra ministrada por Fernanda Teles no dia 20/10/2010

Jogos de Empresas

            A Psicóloga e especialista em jogos de Empresa, Fernanda Teles, contribuiu de maneira bastante significativa para a fixação do conceito de Jogos de empresas abordado na disciplina. Um dos primeiros pontos abordados foi a diferença entre jogo e dinâmica.
Segundo Fernanda Teles, jogos são dinâmicas que geram algum aprendizado, tanto para os indivíduos quanto para a organização. As dinâmicas, por sua vez, não são caracterizadas pela existência de competição e podem ser utilizadas como um instrumento para que o gestor possa analisar o grupo em um processo de recrutamento e seleção, por exemplo.
Antes de realizar o jogo, a palestrante aplicou um vitalizador para a turma. Tal atividade tinha como objetivo o aquecimento e a motivação do grupo, sem focar no desenvolvimento de aprendizado algum. Esta é muito utilizada para reanimar uma equipe de trabalho, por exemplo, após o horário de almoço.
Partindo para a realização do jogo, com todas as etapas do ciclo de aprendizagem vivêncial bem definidas, a parte da vivência foi realizada com a divisão da turma em dois grupos que deveriam se organizar e fabricar “naves” para atacar a “base” adversária. Assim, cada um dos grupos desenvolveu uma estratégia diferente e saiu vitorioso aquele grupo que conseguiu atacar com um maior numero de naves a o adversário.
A fase do relato foi realizada com a palestrante perguntando aos participantes quais foram os sentimentos que os dominaram durante a realização do jogo. Os sentimentos mais mencionados foram: adrenalina, euforia, animação, alegria (por parte dos participantes da equipe vitoriosa) e frustração ( no caso de alguns derrotados).
Tentando explicar o sentimento de frustração de uns e alegria de outros, a fase do processamento só trata do jogo em si e a palestrante pergunta para os participantes quais foram as estratégias adotadas pelo grupo e quais foram os pontos principais para o alcance da vitória ou da derrota.
Intimamente ligada ao processamento, a fase da generalização os participantes são levados a abandonar o clima de jogo e trazer para a realidade com comparações e analogias a relação entre o jogo e a realidade do ambiente e cotidiano empresarial. Assim, ficou explicito que a aplicação fundamental do jogo na vida laboral dos participantes é a importância do planejamento.
A ultima fase, fase da aplicação, é marcada pelo compromisso de mudança do grupo que representa o comprometimento do grupo com o que foi aprendido durante a realização do jogo, no caso, a realização de um planejamento adequado antes da realização de qualquer atividade importante, sempre objetivando o melhor para o grupo.
A palestrante Fernanda Teles, deixou claro para a turma a importância da realização dos jogos nas empresas e como eles são usados com o propósito de mudar o comportamento dos indivíduos com a união de comportamentos, ações, pensamentos e atitudes que geram um aprendizado baseado nas experiências de cada indivíduo.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Jogo aplicado pelo grupo 1

Corrente Humana

Realizado pelo grupo composto por: Flavio Bicalho, Luciana Bastos, Thaís Cristina, Emanuella

Realizaram uma atividade focada nas fases do aprendizado vivencial da seguinte maneira
Fase 1 - Vivência : Dinâmica da corrente humana
1 - Todos os colegas deram as mãos formando um grande circulo
2 - O circulo foi desfeito e os participantes começam a circular pela sala
3- O facilitador solicita que todos fiquem parados onde estão.
4 - Sem se mover, o circulo deverá voltar ao seu formato original
Fase 2 - Relato: Colcha de retalhos

Após a vivência do jogo, o facilitador passou para fase do relato. Nesse momento, ele ofereceu ao grupo pequenos cartões coloridos onde cada um iria descrever com apenas uma palavra o que sentiu durante a realização do jogo.
Senhor,
Outro dia, fiz uma colcha de retalhos.
Ao pegar cada pedaço, recordava-me de pessoas, acontecimentos...
Como se cada um tivesse sua história para contar.
Fui costurar. Cores que à primeira vista não combinavam padrões e desenhos totalmente diferentes, tudo se juntou.
A colcha ficou pronta. E como ficou bonita!
E fico pensando:
Tu criaste todos os seres diferentes. Ninguém é igual ao outro. Nada de repetição, de monotonia. E não são diferentes só fisicamente. Todos pensam diferente, sentem diferente, agem diferente. Um completa o outro. Um apóia o outro.
Que maravilha é uma "colcha" de tantos seres diferentes, formando a humanidade.
Por que quero que todos sejam iguais, pense igual, sintam igual?
Eu sou um pedacinho no grande conjunto. Embelezo sua criação de um deter-minado modo. Outros realçam outras cores, outros padrões.
Importante é querer ser "costurado" aos outros retalhos e não ficar isolado.
Todos unidos à procura da união e da fraternidade, cada um do seu modo, formam a grande colcha da unidade na diversidade.
Obrigado, Senhor!
Inês Broshuis
Fase 3 - Processamento:
Na fase do processamento os participantes tiveram a oportunidade de analisar o ocorrido durante o jogo. A atividade utilizada foi promover uma discussão entre os participantes.

Fase 4 - Generalização:
Na fase da generalização, ficou claro que o fator contribuinte para realização da dinâmica foi o entrosamento do grupo. Fazendo uma comparação com o ambiente empresarial, fica evidente a importância do trabalho de um grupo entrosado.

Fase 5 - Aplicação:
sabendo que o entrosamento do grupo foi o principal quesito para a realização da dinâmica. O grupo fez com que cada participante desse de "presente" uma bala e uma bela mensagem para o companheiro que estava no seu lado direito, acabando assim o jogo.


Dinâmica grupo 1


Meu relato:

Mesmo não sendo uma atividade competitiva, tal dinâmica teve que contar com um bom " trabalho em equipe". O grupo soube diferenciar as 5 fases do Ciclo de aprendizagem vivêncial, tornando a atividade bastante didática.

Parabéns ao grupo



sábado, 2 de outubro de 2010

Post OFF - Por ai na net ...

E A GERÊNCIA DE R.H?

Até bem pouco tempo, sempre que fazíamos referência aos empregados, o que passava pela nossa cabeça, era o famigerado Departamento de Pessoal, aquele cujas as maiores preocupações eram (folha de pagamento, freqüência, controle de atestados médicos, licenças, férias, etc), geralmente conduzido por chefia autocrática, com total desconhecimento do negócio da empresa, centrado nas atividades aos invés dos resultados, e que adoravam manipular regimento interno e criarem normas. Penalizar e advertir era o máximo, que poder! A remuneração então, criavam-se fórmulas e planos de carreiras mirabolantes, que não agregavam valor e nem motivavam os empregados, sua maior defesa era a antigüidade. Um outro fator preponderante nesta época, é que os profissionais de administração dificilmente buscavam colocação nesta área, preferiam as de finanças e marketing, pois as consideravam mais nobres e com os melhores salários.

E hoje? Bem! Os tempos mudaram, e o maior desafio não é o questionamento se uma empresa necessita de uma Gerência de Recursos Humanos de alto nível, o que importa é como implantá-la. Dentro desse contexto, os colaboradores estão sendo convocados a participarem do processo decisório, com contribuições pessoais que terão parte ativa na execução do plano. Os especialistas em recursos humanos passam a atuar como consultores de política de recursos humanos. Toda essa mudança é conseqüência de uma economia volátil, com novidades e desafios a todo instante, e que sem uma Gerência de Recursos Humanos ativa, que esteja sintonizada com os negócios, e as novas demandas, as complicações serão irreparáveis.

Imaginem o mercado de trabalho atual, onde as competências que antigamente eram diferenciais e agora passaram a ser pré-requisitos! Parece loucura mais é verdade, a obsolescência do conhecimento chega a ser assustadora e avassaladora.

Neste cenário, a Gerência de Recursos Humanos de hoje, é o pilar das empresas, e seus gestores reconhecidamente mais qualificados (com competências multifuncionais e experiências mas diversificadas), orientados para o negócio e resultados, e com salários compatíveis, exercem papel fundamental nas estratégias corporativas, com flexibilidade e autonomia para adotarem as melhores práticas e políticas de recursos humanos, e em nada se compara à era do Departamento de Pessoal antigo, onde a regra era não abalar o sistema estabelecido.

O verdadeiro papel do RH nestes tempos de turbulência, além de saber lidar com pessoas, saber ouvir, liderar, ter boa comunicação e facilidade para trabalhar em equipe, passa a ser de preparem os colaboradores para essas constantes mudanças, com planos ousados que permitam que suas mentes evoluam, que se interessem pela busca até por conta própria de sua formação. Já não cabe mais o equívoco de treinarem alguns "premiados" sob critérios as vezes discutíveis e com investimentos vultuosos. A história mostra que as organizações que estão fazendo a diferença, e alcançando os melhores resultados, são justamente as que implementaram planos e políticas de gestão de competência, cuja capacitação dos seus colaboradores atinge todo o quadro funcional. Está se consolidando a previsão do dinamarquês Claus Möller, que comentou "futuramente as empresas competirão entre si não apenas pelos cliente, mas também por recursos humanos".

Toda essa mudança está sendo benéfica, principalmente para os profissionais mais qualificados que buscam atualização constante, e que sempre agregaram valor ao negócio das empresas. Hoje eles comandam tanto, que estão exigindo dos gestores de recursos humanos, que estejam atualizados com as políticas de seus concorrentes, a fim de poderem antecipar iniciativas no mercado.

Aos que ainda cultuam o velho Departamento de Pessoal, cabe o alerta de Peter Schwartz, que diz com muita propriedade "Eu sei que não vou adivinhar o futuro; aliás, sei que vou errar sobre o futuro; o que eu não quero é ser eliminado pelo futuro".

ROMEU MENDES DO CARMO
Administrador de Empresas,
Pós-Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

ANJO DA GUARDA


A fotinha do anjinho não está ai apenas para deixar o blog "bonitinho"
Mas é porque estou me sentindo uma anjinha , pelo menos é o que pretendo ser...

Foi aplicada a seguinte dinâmica na turma:
Anjo da guarda
Objetivo: Integração, sociabilização, relacionamento interpessoal, empatia, comunicação, descontração.



1 - O Facilitador escreve os nomes dos participantes em uma filipeta e os deposita numa caixa.
2 - Cada participante sorteia um papel (como em um amigo secreto).
3 - Orientar o grupo que ninguém poderá retirar seu próprio nome. Se isso acontecer, refazer o sorteio.
4 - Cada participante será o anjo daquele que sorteou e, portanto, também terá seu anjo.
5 - Os nomes não devem ser revelados até o término do jogo.
6 - O papel de cada anjo é de aproximar-se, dar atenção e integrar-se com a pessoa sorteada, de forma sutil, sem que esta perceba imediatamente quem é seu anjo.
7 - No final do semestre os anjos serão revelados sob a forma de uma amigo oculto


Estou bastante entusiasmada, acabei de mandar um Email para meu " protegido" porque sei de uma coisa que esta pessoa gosta e eu gosto também ( não vou falar muito porque dá para descobrir!)

Não tenho muito contato com esta pessoa, mas, considero isso um ponto a favorável. Assim vou me aproximar de alguém e creio que esse é o principal objetivo da dinâmica.

domingo, 26 de setembro de 2010

Post OFF - Por ai na net...

Encontrei NESSE SITE uma monografia bastante interessante sobre os jogos nas empresas.

Contém uma definição rápida e mostra os objetivos dos jogos.

Um pouco mais de teoria :D

e...

EXISTE UM PAÍS CHAMADO RH...

Nele 'mora' um povo especial: legisladores, educadores, técnicos, gente que cuida do pessoal.

Gente que recruta, seleciona e contrata, também paga, desconta e aposenta.

Povo que cuida da saúde, do alimento, providencia o transporte, cuida de quem bebe, de quem fuma, de quem tem problemas e pendências.
Povo que treina, desenvolve e recicla, que briga pelo salário e pelo benefício, conversa com o sindicato e com a direção.
Fiel da balança entre o Capital e o Trabalho. Cuida de um, pensando no outro.

Gente que apesar de tanta função, prática e burocrática, sonha e procura conectar a alma das pessoas, 'reinventar' a motivação, resgatar o brilho no olhar, gente que acredita no ser humano e garimpam talentos.

Seu grande desafio é fazer o concreto e sonhar com o abstrato, receber na chegada e desligar na saída, satisfazer o empregado e o patrão, 'um olho na missa e outro no padre', tempo para educar e tempo para punir. Plural e Singular.

A sina do RH é atuar na contradição, 'ser empregado esquecendo que é, ser patrão lembrando que não é'.

Chamam este País e seu povo de Recursos Humanos, alguns dizem que chamar o homem de 'recurso' não pega bem, inventaram Departamento de Gente, Setor de Pessoas, Gestão de Pessoas, nomenclaturas onde o que conta são as posturas.

Polêmicas e contradições à parte, eu sei que para ser RH é preciso vocação, trabalhar como missão, exercer o ofício com sensibilidade e razão. Ter nervos de aço, ser régua e ser compasso.


Autor desconhecido.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

O jogo e o lúdico - parte dois

Ainda no estudo do livro da Maria Rita Gramigna,
agora as questões de 2 colegas: Matheus e Bárbara


1 - Sabemos da importância do facilitador nas dinâmicas. Indique o comportamento para que a dinâmica alcance os objetivos.
Resposta: Cabe ao facilitador a elaboração do plano de ação com as fases bem definidas: Vivência, relato, processamento, generalização e aplicação. Ela além de possuir o conhecimento teórico da aplicação de dinâmicas deve ter maturidade e estar bem preparado para os possíveis desvios na atividade. Assim ele deve agir com cautela e ser acima de tudo um bom ouvinte.

2- Descreva um caso concreto no qual o facilitador terá que aplicar métodos alternativos para que todos os participantes efetivamente colaborem com a dinâmica.
Resposta: Um facilitador tem que aplicar um dinâmica em uma equipe desmotivada com o trabalho e com um péssimo relacionamento. Então ele pode fazer uso de um elemento comum a todos como forma de agrupamento e reunião do grupo saindo um pouco do ambiente de trabalho como, por exemplo , dividir as equipes de acordo com o time de futebol. Deste modo, o sentimento de rivalidade nasce e com ele a vontade de participar de uma atividade semelhante a uma competição.

3 - Qual a importância do lúdico na aprendizagem? Indique qual dos hemisférios cerebrais proporcionam uma maior possibilidade de se criar um universo lúdico.
Resposta:Normalmente, nossas ações são calculadas, racionalizadas, medidas e pesadas para que não haja falhas. Mas quando se joga o lado direito do cérebro entra em funcionamento e a espontaneidade e a inexistência do medo de errar proporcionam uma maior aprendizagem.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

O jogo e o lúdico

Estudo dirigido do livro:

Capitulo 2 - O Jogo e o Lúdico

Perguntas elaboradas por mim e pela minha colega Maria do Carmo

1 - Um facilitador faz uso de um mural de figuras com o objetivo de representar os sentimentos dos participantes de um jogo durante a realização do mesmo. Indique qual fase do ciclo da aprendizagem vivencial o facilitador está focalizado e qual é a importância da mesma.

Resposta: O facilitador está na segunda fase, a fase do relato, nesse momento ele oferece espaços ao grupo para compartilhar sentimentos, relações e emoções. Os jogos propiciam um clima de alta tensão e, mesmo sendo atividades simuladas, implicam grande envolvimento dos participantes na tentativa de resolver problemas ou desafios lançados. Esta fase mostra o que afeta diretamente o emocional de cada participante.

2 - Explique o papel do lúdico na aprendizagem e como ele pode ser usado no ambiente organizacional.
Resposta: As brincadeiras, o jogo e o divertimento desempenham papel fundamental no processo educacional, exemplo temos as crianças que aprendem ao brincar. Um clima de bom humor e de espontaneidade prevalecem faz com que se estabeleça um clima de confiança e permissividade para tentativas de acerto.

3 - Explique a fase do processamento e cite as atividades usadas para discutir e detectar as causas do sucesso ou fracasso do trabalho.
Resposta: A terceira fase, fase do processamento, é o momento em que os participantes têm a oportunidade de analisar o que aconteceu durante o jogo e avaliar sua atuação e estabelecer relações com o resultado obtido. Os instrumentos utilizados nessa fase podem ser:
  • Roteiros de discussão - onde se elabora os roteiros de acordo com o tema central do jogo
  • Painel livre - grupo estabelece as normas de participação
  • Discussão em subgrupos e relato em painel conclusivo
  • Questionários individuais - sevem para auto-avaliação



quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Post OFF - JUEMG 2010

Acabei de chegar de viajem, estava nos jogos da universidade - 13 ° JUEMG - , que esse ano foram realizados na cidade de João Monlevade e durou do dia 4 ao dia 7 de setembro .

Bom, a pergunta : O que jogos universitários têm a ver com gestão de recursos humanos?

Pois é, estava filosofando e me deu vontade de postar aqui no blog - Já deixo um recadinho: Professora favor relevar se a filosofia for um pouco "viajada" demais é que a idéia do blog me animou um pouco ... hehehe

Eu, como uma boa espectadora dos jogos, observei que as equipes vencedoras tinham um objetivo comum: VENCER.

O objetivo comum e o comprometimento são as bases de uma equipe eficiente em uma organização. Exemplo as equipes perdedoras , onde os " atletas" não sabiam o seu papel na equipe não compartilhavam o mesmo objetivo, que era para ser : " levar a medalha para casa" e assim conseguiram o que uma equipe despreparada consegue : " o fracasso".

Entrando um pouco na outra disciplina, Liderança e gestão de equipes, estar comprometido não significa apenas, ser esforçado, mas apresentar resultados.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Atividade em sala - reconhecimento do grupo

Na aula passada a turma passou por uma atividade de reconhecimento grupal.

Foi realizada da seguinte maneira:

1 - Nomes foram sorteados entre os colegas de sala
2 - Coube a cada um descrever em anonimato o colega que sorteou
3 - As descrições foram recolhidas e sorteadas novamente
4 - Cada um teve que lera descrição em voz alta e dar o palpite de qual colega era.

Minha participação

Nesta atividade de reconhecimento grupal, tive que descrever alguém que admiro bastante desde a apresentação da turma no primeiro período. No entanto, creio que nem todos meus colegas partilhavam deste conhecimento, pois, muitas apresentações ficaram vagas e nem todos da sala tiveram sua descrição reconhecida. Acredito que tal atividade pode trazer um crescimento enorme no ambiente de trabalho, por que através dela podemos saber como as outras pessoas nos enxergam e interpretam nossas atitudes. Assim, o relacionamento organizacional pode ser melhorado.



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A influência do grupo


Como o grupo pode influenciar os indivíduos foi o tema central da última aula.

A sala foi dividida de acordo com a data de aniversário e esses grupos formados analisaram 4 casos distintos.
Como não tenho o material de onde foram tirados os casos , me lembrei de um filme visto para outra disciplina, ministrada também pela Fernanda Tarabal, que também trata de como um grupo pode influenciar as atitudes de um indíviduo.

O Filme : A ONDA - link do trailler



"O longa mostra como o totalitarismo pode florescer mesmo com as “melhores das intenções” de quem se deixa levar pela intolerância. Vale a pena ver no como um professor transforma alunos em “nazistas” sem que os mesmos percebam como estão sendo manipulados. . A figura do líder é a fonte de autoridade e poder com a qual os jovens seguidores cegamente se identificam." Leia mais uma crítica do filme aqui


Na segunda parte da aula tivemos uma breve atividade de conhecimento grupal, onde cada um tinha que falar algo particular que considerava que ninguém mais da classe sabia.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Acordos

Acordos para a realização das atividades nas aulas da disciplina

Instrumentos e Técnicas em gestão de Recursos Humanos III

Sobre os temas tratados
  • Resolver os problemas abordados em sala no mesmo dia
  • Aprendizado e disciplina


Sobre as Relações
  • Discrição
  • Transparência
  • Abertura
  • Respeito
  • Envolvimento
  • Empatia
  • Sinceridade
  • Seriedade
  • Paciência
  • Tolerância
  • Ponderação
  • Responsabilidade
  • Humildade

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Os escravos de Jó


Voltamos a ser crianças !

Na última aula de Instrumentos e Técnicas de Gestão em Recursos Humanos, relembramos essa seguinte canção da infância:

" Os escravos de Jó,
jogavam caxangá,
Os escravos de Jó,
jogavam caxangá,
Tira, bota!
Deixa o Zé pereira ficar!
Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue Zá"


No primeiro contato pode parecer apenas uma brincadeira. Mas para o desenvolvimento dessa atividade o grupo necessitou de diversas tentativas até que o ritmo a ser adotado por todos fosse alcançado.

Ou seja, além da euforia causada pela atividade, a turma teve que se adequar a um só ritmo, tendo assim que diminuir suas particularidades e buscar pensar coletivamente para não prejudicar o objetivo comum : Conseguir acabar a música com cada um com sua pedra.

Minha participação:

O objetivo do blog é a colocação do meu ponto de vista sobre as atividades realizadas

  • Euforia
  • Ansiedade
  • Concentração
esses foram os sentimentos que me dominaram

Euforia e Ansiedade- a própria atividade trazia isso para todos participantes, por ser lúdica mas ao mesmo tempo tinha um objetivo comum

Concentração - acho que essa sentimento foi uma particularidade minha, tenho um problema com ritmo, então tive que me concentrar bastante no barulho da bala batendo na mesa para não prejudicar o grupo.



Apresentação

Ola :D

O objetivo deste blog é criar um Portfólio virtual requerido pela matéria: Instrumentos e técnicas de Gestão de Recursos Humanos III, ministrada pela Fernanda Tarabal na Faculdade de Políticas Públicas "Tancredo Neves" da Universidade do Estado de Minas Gerais para o curso gestão de Recursos Humanos com enfâse na Administração Pública como requisito para aprovação no terceiro período.

Tive a liberdade de criar um blog pois a professora afirmou que o modelo do portfolio poderia ser livre e considero a internet a ferramenta mais completa para o desempenho de tal atividade, levando em consideração que com o blog posso postar diariamente e poder compartilhar meu trabalho mais facilmente. Os posts vão tratar das atividades realizadas em classe e a minha opinião sobre as mesmas. Pretendo também trazer textos e links que eu julgar interessantes e relacionados à matéria ou ao curso.




Até mais :D